domingo, 26 de fevereiro de 2012

Atividade 3 - Proposta pelo professor Dr.Cleomar Rocha da disciplina :Sociedade, Cultura e Tecnologia.

Universidade Federal de Goiás

Especialização em Mídias na Educação

Polo de Itumbiara

Cursista: Eliene Brito Medeiros


 Atividade 3 - Proposta pelo professor  Dr.Cleomar Rocha da disciplina :Sociedade, Cultura e Tecnologia.

1- Considere as afirmações:

“A gente pode empregar como sinônimos cibercultura e cultura digital, que seriam nomes para a cultura contemporânea (...)” (LEMOS, PP. 136).

“Essa separação inicial vai perdendo sentido à medida que o digital vai se entranhando nas coisas as tecnologias digitais vão se naturalizando na vida das pessoas.” (PALACIOS, PP. 253)

Relacione estas afirmações aos pensamentos de Lúcia Santaella e de Marcelo Tas, discutindo-os.

Nas duas citações, a de LEMOS e a de PALACIOS, há certa caracterização da cultura digital como algo que se tornou comum (público). Tas afirma que a maior importância não está na ferramenta, mas no fim desta ferramenta. Lúcia Santaella trata mais especificamente de distribuir a cultura em algumas formações, numa divisão em que as culturas por ela definidas, se entremeiam e a cultura digital é a mais vigente; ou seja, todos os autores, se preocupam em tratar o digital como algo que de algum modo vivenciamos e que tem evoluído, fazendo cada vez mais parte das nossas vidas.
Precisamos então saber utilizar tais ferramentas digitais, de modo que haja alguma produção significativa para o que é desejado e não meramente tê-las como um instrumento de reprodução. De acordo com os autores Lemos, Palácios e Tas, a cultura digital é algo que faz parte da nossa vida, através de dispositivos e mecanismos que todos utilizam no dia a dia, como por exemplo, quando usamos cartão de crédito, tiramos extrato bancário, quando usamos o celular etc, estamos utilizando a cultura digital e para Santaella as mídias são meios através dos quais as linguagens se corporificam e transitam, ou seja, a cultura digital é a cultura do acesso e, graças à convergência das mídias hoje, há uma grande produção e circulação de informação e todos podem, além usufruir dessas informações, transformá-las e recriá-las. De acordo com Lucia Santaella, estamos vivendo a era em que há uma convergência das mídias, pois na cultura digital há uma confraternização geral de todas as formas de comunicação. Estamos inseridos num gelatina de informações, por isso precisamos ter discernimento para escolher as informações, e essas escolhas implicarão nas nossas relações com essas informações e com o outro.

2. Lemos afirma que “...a cibercultura não é fruto apenas desse desenvolvimento tecnológico, mas de uma confluência entre uma sociabilidade que emergia na década de 1960 e uma posição contrária a alguns discursos hegemônicos da era moderna, a razão, a ciência e a técnica.” (PP. 137). Discuta esta afirmação tendo por base a questão de superestimação e subestimação da tecnologia, vista em Tas e o conceito de mídia de Santaella.

Tendo como base a afirmação de Lemos e discutindo a partir dos conceitos de tas e santaella fica claro que em sua Marcelo em sua entrevista fala sobre a subestimação e a superestimação da mídia. Onde subestimação acontece em geral pelas pessoas que desconhecem os vários tipos de mídia ou até mesmo se sentem ameaçados por essa evolução tecnológica. O desconhecimento impede a evolução do indivíduo em relação à mídia digital mesmo sendo obrigada a conviver com essa invasão tecnológica no seu cotidiano. E aqueles que se sentem ameaçados ficam parados no tempo em um saudosismo desnecessário e prejudicial à evolução do indivíduo.
A superestimação em geral vem dos conhecedores das novas mídias que encantados com tal evolução não fazem o discernimento necessário entre o canal de comunicação e a própria comunicação.Esse também é um ponto levantado por Lucia Santaella, onde ela diz que a mídia é um meio, somente um meio, ou seja, um canal físico capaz de levar com rapidez e eficiência informações, notícias, artes, mas para que ele funcione como meio é e sempre será necessário o indivíduo e a capacidade de criação deste indivíduo que produzirá seus textos, notícias, imagens.E que todas suas criações deverão ser julgadas e avaliadas pelo público pelo seu conteúdo, criatividade e não subestimado ou até mesmo superestimado pelo meio que o faz circular.
Palácios aponta que a cibercultura surgiu da microinformática, pois esta tira o poder da informação de uma elite e, com a disseminação da internet, há uma sociabilização da informação, ou seja, uma apropriação coletiva de dispositivos. Para o autor, a internet apresenta a possibilidade de produção coletiva, colaborativa e distributiva da informação. O desafio maior é trazer essa potência da informação para todos, ou seja, fazer a inclusão. Nesse aspecto, levando em conta o que Marcelo Tas acrescenta como subestimação da tecnologia, muitas pessoas ainda não se sentem “incluídas” na cibercultura pois têm receio do novo, tem certa aversão em lidar com as novas tecnologias. E quanto à superestimação, muitas pessoas acreditam que, por utilizarem certas ferramentas, por exemplo, blogs, sites de relacionamento, isso já suficiente para se “sentirem” com domínio da cultura digital. Ressaltando o que diz Santaella, mídias são meios, tecnologias que estariam esvaziadas de sentido se não fossem as mensagens que nela se configuram, portanto é importante acrescentar que quem produz as mensagens, quem cria as informações são as pessoas. Com isso a ousadia deve e tem q fazer parte da vida das pessoas no mundo de hoje. Para Santaella, a cultura das mídias não se confunde com a cultura de massas ou com a cibercultura, seriam processos de produção, distribuição e consumo comunicacionais.
Tas, já diz que há aquele que superestima o digital como algo inovador, sobrepondo-o como ferramenta e não se preocupando com o produto final e há aquele que subestima o digital, por ignorá-lo se prendendo ao que já está acostumado.
Tendo por base os dois autores, a afirmação de LEMOS indica que a cibercultura não emergiu a partir de avanços tecnológicos, ela se expande devido ao interesse por considerável número de indivíduos em um novo modo de comunicação, que queriam trazer para si algo que era ainda pouco conhecido e acessível. Quer dizer, o acesso digital é possível à grande maioria da população.

3. Palácios considera o filtro de informação como algo necessário e diz dos auxílio que temos, em órgãos jornalísticos – área em que ele atua. Comente este pensamento, relacionando-o a afirmação de que “a internet é uma mídia de acesso e não de difusão” (PP. 259)

Para Palácios, a internet é um ambiente de comunicação em que há infinita quantidade de informação disponibilizada e à qual todos têm acesso, porém é necessário que haja um filtro sobre o que acessar, pois não há tempo disponível e nem condições para que as pessoas possam ter acesso a tudo. No jornalismo, há a necessidade de filtrar, hierarquizar e contextualizar as informações, pois assim, quem procura a informação terá condições de buscar o tipo de informação necessária e aprofundá-la. É preciso que haja o filtro a partir do momento que qualquer um pode dispor conteúdos na internet, então há uma propagação de conteúdos repetidos, desnecessários, de pouca ou nenhuma qualidade, enganosos e que não são relevantes. Com a internet sendo uma mídia de acesso, uma ferramenta digital, o usuário que conta com o filtro terá a informação selecionada, organizada, e valorizada a partir do momento em que exista maior interesse em determinado conteúdo. Haverá então uma enormidade de conteúdos similares disponíveis e alguns deles se destacarão por diversas razões, entre elas estão características próprias do conteúdo e a visibilidade que se obtém por meio de algum sistema.

4. Lemos se refere aos punks da cibernética, citando a fala: ‘olha, aproveite a tecnologia, faça da tecnologia o que você puder, faça dessa tecnologia uma obra de arte, porque só assim você vai poder dominar esse sistema, e não deixar que outros dominem o sistema e você junto’ (PP. 138). Relacione esta fala à metodologia adotada em nossa disciplina.

LEMOS refere-se a não temer aventurar-se, é preciso fazer o máximo uso de ferramentas tecnológicas, procurando sempre inovar... Não se aprende tão somente com a teoria, a prática, a coragem de arriscar e de inovar, faz com que possamos dominar esse sistema, e então não sermos dominados por outros que o dominarem. Na disciplina Sociedade, Cultura e Tecnologia estamos tendo contato com várias ferramentas para discutir e apresentar nossas atividades. Quando nos é proposto tais atividades que vão além do moodle, certamente alguns de nós iremos nos deparar com algo que nos é novo e que poderá ser utilizada em outras situações, em que disso dependerá a nossa criatividade, a coragem de buscar algo mais. Isso é muito relevante, pois acaba nos proporcionando contato com vários dispositivos e nos possibilita aprender a usar os mesmos, uma vez que isso é necessário tanto no nosso dia a dia quanto na atuação em sala de aula. Aproveitar a tecnologia, fazer o que pudermos com ela é o que estamos desenvolvendo no curso de Mídias na Educação, quando, por exemplo, aprendemos a lidar com vídeos, criamos blogs, etc. Aprender a dominar esse sistema é importante para que tenhamos mais subsídios e novas experiências para nossa prática diária. Há ainda a oportunidade de ampliarmos as informações que partilhamos entre nós para além do curso e de buscarmos mais informações fora do que é disponibilizado.

5. Defina os termos hipertexto, não-linear e multilinear. Após criar um verbete com estas definições, identifique o que estamos construindo com o uso de vários serviços de Internet, em nossa disciplina.

HIPERTEXTO - é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. A Web (rede de alcance mundial) é o sistema de hipertexto mais conhecido.
NÃO- LINEAR - É uma estrutura que não apresenta um único sentido. Estrutura que apresenta múltiplos caminhos e destinos desencadeando em múltiplos finais (as informações não aparecem de forma sequencial: início, meio e fim).
MULTILINEAR - É uma estrutura que apresenta diversos caminhos, vários segmentos, mas que estão amparados acerca de um mesmo contexto. Supõe múltiplos encadeamentos, com maior número de escolhas para criar caminhos e atalhos.

Pensando na disciplina do curso e nas atividades que temos organizado, estamos construindo hipertextos de modo multilinear, em que teremos várias opiniões, vários conteúdos, por meio de diversos modos, a respeito de um mesmo contexto que é a própria disciplina Portanto, estamos construindo novas possibilidades de trabalho, conhecendo mecanismos que poderemos utilizar em nossa prática educacional, entretenimento e aprendizagem.





quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Atividade 4 Questões sobre texto de Laymert Garcia dos Santos


Atividade 4


Uma cultura tradicional não pode ficar congelada no que ela é. Mas nem eles estão pedindo para ficar congelados. O que eles não querem é que você chegue com a sua cultura e coloque uma pedra em tudo que estão fazendo.”

Aquecimento com Marcelo Tas


Especialização em Mídias

Aquecimento com Marcelo Tas

1 - O entrevistado diz que valorizamos demais o termo digital, quando tudo é cultura. Ao falar sobre isto ele chama a atenção para dois polos, a superstimação e a subestimação da tecnologia. Trace um paralelo entre as ideias do entrevistado com as ideias de Lucia Santaella, no texto discutido em nosso alongamento, quando ela se refere a definição de mídia.
Para Marcelo Tas a tecnologia se faz presente em todas as esferas da sociedade, pois se trata de uma prática vivenciada em seu cotidiano, desde o seu advento,chama atenção para o fato da expressão cultura digital estar constantemente presente na nossa vida devido ao fato de se tratar de uma palavra nova, impactante e  que significa velocidade, interatividade, compactação. Destaca ainda que já vivemos nesta era digital,  ela faz parte do nosso cotidiano, mesmo quem não sabe disso, pois a todo instante estamos acompanhando as notícias pela televisão, rádio, etc. Ficar mistificando o termo digital é esquecer que tudo faz parte de uma cultura, que não pode ser subestimada, porque que os avanços tecnológicos estão mudando gradativamente a relação e a interação entre as pessoas, trazendo a elas a informação com mais velocidade, em tempo real, inserindo-as em um universo de possibilidades, onde o indivíduo tem múltiplas escolhas, tendo a capacidade de criticar, não podendo ser enganados por falsas ideologias.
Segundo ele a subestimação das novas tecnologias significa a atrofia da intelectualidade, deixando o indivíduo na ignorância, não permitindo a sua evolução no tempo, tornando-o alienado cultural.
De outra forma a superestimação torna-se utopia, quando se atribui ao desenvolvimento tecnológico a solução de todos os problemas, através de receitas prontas, encontradas nos meios eletrônicos. É fazer com que o indivíduo perca a subjetividade, a capacidade de criar, pensar. Torna-se necessário que o indivíduo desenvolva a sua criatividade e seja o autor de sua própria história, intervindo nessa realidade de maneira crítica, se adequando a esse novo tempo.
No elencamento de ideias tanto de Lúcia Santaella como Marcelo tas,ambos argumentam e concordam quando em sua definição de mídia salienta a sua importância na modernidade, porque trazem consigo um ciclo cultural caracterizado pelo seu próprio tempo, como veículos de comunicação e informação, mas também aponta para a convergência das mídias, culminando na cultura digital, que permiti ao indivíduo a opção da escolha, selecionando a mensagem desejada e desta forma interagindo de maneira crítica, nos sites de relacionamentos possibilitando a sua segmentação.
Ela argumenta que o fetiche das mídias demonstra o encantamento das pessoas com as novas tecnologias, atribuindo a elas um valor demasiado, mas tudo isso não teria o menor valor se elas perdessem o espírito artístico, que tornam o ser humano singular, atribuindo sentido às novas tecnologias. Santaella deixa claro, assim com Tas que o que importa é o conteúdo, as ideias daquela pessoa, e não a ferramenta utilizada. 2 - Temos enfrentado alguns problemas com o Moodle em nossa disciplina e tenho solicitado que usem outras ferramentas disponíveis na Internet para postarem suas respostas. Discuta esta relação com a afirmação do entrevistado: "Inventou-se a motocicleta e a gente fica falando do pneu, do aro, do banquinho e não falar da viagem que a gente tem para fazer com a moto." (pp. 234). Diante da globalização e transformação tecnológica é necessário conhecer essas ferramentas sair do estado de êxtase em que as pessoas se encontram mergulhadas e ousar. Ousar é preciso,pois é através da ousadia que ampliamos conquistas e conhecimentos. Esta especialização tange no sentido de testar os limites. O novo está presente é se faz necessário adaptarmos. Não podemos ficar arraigados na Plataforma Moodle, pois ela não é o único meio de divulgação das atividades e estudos, ou seja, o único meio de postagem, temos que expandir a comunicação através do Facebook, youtube, blogs, twitter, email, etc. Portanto é necessário ampliar conquistas e ousar sempre.
3. O que é relevância e discernimento, defendidos pelo entrevistado.       Marcelo Tas afirma que as pessoas fazem muita confusão com o termo "relevância", hoje substituída por "audiência, isso fica claro quando alguém aparece na televisão dizendo que tem um blog com muitas visitas. Como diria Tas: "Porque tudo na internet é muito fácil você ganhar audiência de um dia para outro, o duro é você manter." Assim, não é porque alguém ganhou uma grande quantidade de seguidores hoje que isso será mantido no futuro, se esse blog, twiter, etc. não tiver alguma relevância, trazer algum benefício à comunidade como um todo, com certeza não será mantido. A “relevância de um blog não está pautada pela explosão momentânea de ibope, ou pela indicação de algum twiteiro”, mas, no que está sendo publicado, da qualidade, porque nesse novo tempo as pessoas possuem o espírito crítico, estão mais atentas ao significado encontrado nas entrelinhas sabem discernir as intenções de uma mensagem. Não basta ser blogueiro, mas torna-se importante saber veicular a mensagem que interessa ao visitante do blog. Portanto, cabe a nós saber discernir e escolher entre tantas informações aquilo que realmente pode ser importante, pois almejamos por evolução e qualidade. É preciso fazer o melhor e não apenas inventar e fingir que entende de mídias. Re-significar é preciso e ansiamos por isso.
4 - Na entrevista Marcelo Tas fala sobre educação, função de professor e a tecnologia. Discuta o pensamento dele, vinculando-o com outro autor da área de educação.
A tecnologia nos dias de hoje se faz presente na educação e na vida de nossos educandos. Por isso almejamos por capacitação e ousadia no que tange o educador e educando. Na pedagogia tradicional o conhecimento era derramado sobre a criança como se ela fosse um ser vazio, tabula raza, onde ela era moldada por um modelo de educação que não permitia a ela desenvolver seu potencial criativo.
Segundo Paulo freire : “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.
O educador tem como função mediar o conhecimento e propiciar a construção do mesmo e nada mais oportuno do que Mídias na Educação, porque se sabe que estamos na geração digital, que vivencia a cultura do disponível, e interage com ferramentas, conectados à internet e têm acesso a uma gama de informações que os deixam à frente de muitos professores. Não devemos esquecer que a tecnologia é tão somente um "apoio", um suplemento importante para a educação. Capacitar é preciso para não ficarmos a mercê de nossos educandos e da tecnologia.
5 - "Então a gente já vive imerso nesta gelatina de informação e cada pessoa tem o seu filtro, sua maneira de se relacionar com isso." (pp 241). Comente esta afirmação tendo por base a caracterização da cultura digital ou cibercultura em Lucia Santaella.
Com a convergência das mídias estamos vivendo na cultura do acesso, e essa cultura é marcada pela busca individualizada da mensagem e da informação, cuja característica marcante é a hibridização, ou seja, uma mistura de linguagens onde cada receptor consegue interpretar a mensagem de forma individual.
Lúcia Santaella também deixa claro isso, quando coloca que vivemos em todas as formas de comunicação e cultura e diz ainda que não há uma separação entre uma forma de cultura e o ser humano. Nós somos essas culturas. vivemos hoje "a cultura do acesso",  a era "digital" ou" cibercultura" e o que chama mais atenção nessa cultura, é a quantidade de informação e a velocidade que ela chega até nós.
     Portanto, mesmo tendo acesso a informação de maneira rápida e fácil há a necessidade de sabermos discernir as informações para não sermos enganados com artigos e informações de má qualidade e produzir coisas inúteis e sem importância para a humanidade. Temos que estar atentos aquilo que publicamos e ensinamos para não cairmos nos descaso e descredito diante dos educandos e sociedade.

Discussão do texto de Lucia Santaella

Discussão do texto de Lucia Santaella, a partir dos tópicos:
1. Cultura e mídia
2. Cultura digital e cibercultura
3. Cultura e sociedade


Lucia Santaella pretende com esse texto e seu  livro abordar uma maneira eficaz de compreender as complexidades da realidade que se encontra em mutação mediante aos avanços tecnológicos e conforme os meios de comunicação. Ela tem como objetivo explicar o que ela entende pelo termo “cultura das mídias” e diferenciar da cultura digital. A autora acredita que a cultura das mídias situa-se entre a cultura de massas e a cultura digital. Acredita que cultura das mídias é decorrente do processo de produção, distribuição e consumo ligados à da cultura de massas. Para a compreensão deste processo sutil de uma cultura a outra, Santaella utilizou uma divisão das eras culturais em seis tipos de formação: a cultura oral, a cultura escrita, a cultura impressa, a cultura de massas, a cultura das mídias e a cultura digital. Ela acredita que um processo de criação de uma nova cultura é cumulativo onde a nova formação integra-se na anterior, onde alguns elementos desaparecem, dando espaço aos mais eficazes enquanto outros permanecem para que ocorra um reajuste comprovando a qualidade de " organismo vivo" que contém a cultura. Não se tratando eras como períodos culturais lineares, pois coexistem e se integram. A autora enfatiza o fato de que as transformações culturais não são provenientes do advento de novas tecnologias, pois as divisões culturais são apenas canais para a informação. Os responsáveis por proporcionar novos ambientes socioculturais são os signos que surgem nos diferentes meios de comunicação e cultura. Ao declarar isto, é inevitável fazer um contraponto à célebre frase de Mcluhan, “O meio é a mensagem, porém, em seu texto Santaella analisa a relevância do meio neste processo de comunicação da cultura das mídias. Sobre o fetiche das mídias, a autora alerta ao fato de que mídias são inseparáveis das formas de socialização e cultura, portanto cada novo meio de comunicação gera um novo ambiente social.


Cursista:Eliene Brito Medeiros

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pauta de atividades realizadas,MEMORIAL E OUTROS

G E S T A R II

PROGRAMA GESTÃO DA
APRENDIZAGEM ESCOLAR


LÍNGUA PORTUGUESA



PROFª. TUTORA : FRANCISCA DE PAULA ALVES
Coordenadora:Eliene Brito Medeiros


CACHOEIRA DOURADA-GO
PAUTA 08/12/2011
- Encontro inicial
- Apresentação do Curso
- Informação
- Planejamento
PAUTA 15/02/2011
- Introdução a Unidade 9/TP3.
- Apresentação do material de apoio AAAs.
- Discussão sobre a escolha de tema para projeto.
- Avançando na prática com alunos. P.25.
PAUTA 22/02/2011
- Socialização do avançando na prática p.25.
- Seção 2- Gêneros textuais e competência sócio-comunicativa.
- Leitura e desenvolvimento de oficinas.
PAUTA 01/03/2011
- Unidade – 9 TP3
- Socialização do avançado na prática pag.31/32.
- Seção – 3_ Classificando os gêneros textuais.
- Oficinas – Criação de textos , retratando o mesmo assunto , porém com gêneros diferentes.
- Leitura dos textos produzidos.
- Sugestão de leituras.
PAUTA 22/03/2011
- Discussão das atividades das unidades 9 e 10 e dos textos de referência.
- Orientação do avançando na prática pág.41
- Oficina – Produção de texto.
- Apresentação de textos.
PAUTA 29/03/2011
- Unidade 10- Trabalhando com gêneros textuais.
- Seção 1- Gênero literário e não-literário.
- Leitura e socialização das atividades desenvolvidas.
- Orientação do avançando na prática pág.66/67.
- Pesquisa de textos que desenvolvem o mesmo assunto, diferenciando o gênero literário e não literário.
PAUTA 05/04/2011
- Socialização do avançando na prática pag.66/67.
- Seção 2- O gênero poético .
- Oficina – Leitura e interpretação de gêneros diferentes com assuntos semelhantes.
- Orientação para o avançando na prática pág 74/75.
PAUTA 12/04/2011
- Socialização do avançando na prática .
- Seçao 3- Uma subclassificação.
- Orientação para o avançando na prática pág.86
- Lição de casa pag-187.
PAUTA 19/04/2011
- Socialização do avançando na prática pag.109.
- Discussão das atividades desenvolvidas na unidade 11.
- Sequências tipológicas: os tipos injuntivo e preditivo.
- Levar várias – sugestões.
PAUTA 26/04/2011
- Socialização do avançando na prática pág.115.
- Criação de texto dissertativo.
- Apresentação dos textos produzido.
- Orientação do avançando na prática pág.124.
- Oficina desenvolvimento de exercícios no livro.
PAUTA 03/05/2011
- Socialização do avançando na prática pág.115
- Discussão sobre o Indo à sala de aula.
- Oficinas com textos dos tipos injuntivo e preditivo.
- Seqüencia tipológicas: o tipo dissertativo.
PAUTA 10/05/2011- TP3
- Socialização do avançando na prática pág.124.
- Discutir os textos de referência .
- Resolução de exercícios no livro.
- Orientação para o próximo avançando na prática...
PAUTA 17/05/2011
- Socialização do avançando na prática pág 150.
- Sequencia tipológica em gêneros textuais discussão e exercícios...
- Orientação para desenvolvimento de projeto.
PAUTA 24/05/2011
- Socialização do avançando na prática pag. 162
- A intertextualidade entre gêneros textuais.
- Exercícios propostos no livro
- Orientação para o próximo avançando na prática.
- Oficina 6 – Unidade 12 – Pag. 194

PAUTA 31/05/2011
- Socialização do avançando na pratica pag. 172
- Realização da oficina 6 com discussão e debate
- Finalização da unidade 12 TP3
PAUTA 07/06/2011
- Revisão geral TP3
- Oficina envolvendo alguns gêneros textuais.
PAUTA 14/06/2011
Discussão sobre letramento
- Socialização de trabalhos desenvolvidos com cursistas/alunos.
PAUTA 21/06/2011
- Socialização das atividades da unidade 13 do TP4
- Oficina de produção de texto.
Obs. “Fazer o memorial de leitura”
OFICINA
Escolha duas personagens indicadas a seguir e construa um diálogo, utilizando o dialeto das personagens coerente com suas características.
* Rapaz, 15 anos, surfista, carioca.
* Moça, 13 anos, estudante, mineira.
* Homem, 23 anos, professor, baiano.
* Mulher, 32 anos, jornalista, gaúcha.
* Senhora, 44 anos, médica, paulista.
* Senhor, 44 anos, fazendeiro, mato-grossense.
* Senhor, 50 anos, seringueiro, acreano.

PAUTA 28/06/2011
- Finalização do semestre.
- Apresentação de relatórios.
- Discusão dos TPs trabalhados.
PAUTA 02/08/2011
- Revisão do assunto dos TPs e ínicio de trabalhos com os AAAs 3 e 4.
PAUTA 09/08/2011
- Discussão das atividades desenvolvidas nos AAAs.
- Filme narradores de Javé.
PAUTA 16/08/2011
- Discussão do filme
- Produção de sequência didática
PAUTA 23/08/2011
- Trabalhos desenvolvidos com AAAs.
- Correção e sugestões para o próximo encontro.
PAUTA 30/08/2011
- Apresentação de relatórios dos trabalhos desenvolvidos e dúvidas surgidas.
PAUTAS 06,13,20 e 27/09/2011.
- Filme: SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
- Discussão sobre o filme.
- Composição de uma resenha crítica do filme.
- Comentários relacionados ao gênero textual (resenha).
















PORTIFÓLIO DA FORMADORA
FRANCISCA DE PAULA ALVES, nascida em 12 de janeiro de 1956, em Campo Redondo, estado do Rio Grande do Norte. Foi alfabetizada aos 5 anos de idade. Enfrentou dificuldades para concluir o ensino fundamental, pois seus pais sempre moravam em fazenda, e as vezes não havia escola. Depois de muitos anos conseguiu cursar o magistério, concluindo no ano de 1.993 e no ano seguinte iniciou na carreira como professora. Em 2.002 graduou-se em “Letras” pela ULBRA – Universidade Luterana do Brasil, na cidade de Itumbiara, estado de Goiás. No ano de 2.007 concluiu sua Pós-Graduação em Docência Universitária, pela mesma instituição de ensino, ULBRA.



















MEMORIAL DE LEITURA
Quando completei 5 (cinco) anos de idade meu pai trabalhava em uma fazenda, não podia mudar-se de lá para que eu pudesse estudar. Foi então que a dona da fazenda, que era professora, resolveu abrir uma escolinha só para alfabetizar as crianças dos seus inquilinos, ou seja, empregados. Ao saber da notícia fiquei muito feliz, pois era o meu sonho.
No primeiro dia de aula fiquei um pouco inibida, mas depois tomei gosto por tudo que a professora pedia e dizia. Lembro-me que era uma cartilha com as vogais, as consoantes e as sílabas – ba, be, ... . Em pouco tempo eu sabia todas e os números. No mesmo ano, como eu estava adiantada a professora meu deu algumas cartilhas para ler, ela ficou surpresa. Terminei o ano lendo tudo.
No ano seguinte fui estudar na cidade e lá conheci a “CARTILHA DO POVO”. Não tive nenhuma dificuldade. Aprendi a ler e escrever rápido. Com isso, passei a ser escriba do meu avô que adorava a literatura de Cordel. Gostava de ler e recitar poesias. Escrevia, muito bem e lia as cartas que minha família recebia. Não tinha muita opção de leitura, pois vivíamos uma vida simples sem muitas posses para comprar livros, mas onde eu chegava e visse um livro logo pedia para lê-lo. Por isso sempre fui escolhida para apresentações nas datas comemorativas, pois sempre fazia a coisa com muito carinho e amor, até hoje gosto de ler um bom livro e procuro sempre incentivar as pessoas lerem, principalmente, meus alunos.












29/11/2010 – 1º ENCONTRO GESTAR II
PROFESSORA : Ormezinda Ribeiro – Aya
A professora iniciou o encontro fazendo uma prévia do que será trabalhado durante o curso, principalmente a inversão dos TPs que inicialmente serão TPs 3 e 4 e não os TPs 1 e 2.
No segundo encontro, nos, os futuros tutores recebemos algumas sugestões de trabalho e fizemos alguns trabalhos avaliativos em grupos. Estudamos a unidade 9, a qual retrata os gêneros textuais. A professora deixou bem claro que cada tutor cria sua própria situação, mas é preciso sempre fazer uma observação prévia do material que será planejado. O suporte para xerocar é o AAA do aluno. O avançando na prática será para o professor cursista trabalhar com seus alunos.
Observação : Tipos de textos – poemas, narração, descrição, dissertação, epígrafe (início) final epílogo em túmulo epitáfio, mesmo texto, versículo, muda de acordo com a situação e o lugar.
A professora falou sobre os tipos de texto como: Narrativo – envolve uma seqüência temporal. Descritivo envolve uma seqüência de localização. Expositivo envolve uma seqüência analítica argumentativa. Injunção – receitas de bolos, pedidos etc. Instrucional prescritiva bula de remédios. Lista telefônica texto injuntivo (suporte).
Obs.: São vários os gêneros textuais - jornais, revistas, horóscopo, prefácio, manual de instrução...
O cursista deverá selecionar o trabalhos para montagem de portifólio.









Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 15/02/2011 e 22/02/2011

PLANO DE AULA
Unidade 9 – TP3
Conteúdos: Gêneros Textuais do intuitivo ao sistematizado
OBJETIVOS
- Mostrar a importância dos gêneros textuais para prática pedagógica.
- Utilizar vários tipos de gêneros textuais para demonstração, focalizando a tipologia textual.
DESENVOLVIMENTO
Introduzir o conteúdo através de exemplos da infinidade de gêneros textuais como jornais, revistas, foolders, histórias em quadrinhos e outros. Especificando a tipologia de cada um. Em seguida pedir para as cursistas desenvolverem as atividades propostas auxiliando-as.
Ler uma mensagem para o grupo: BAMBU CHINÊS.
Avaliação : Atravês da participação e tarefas desenvolvidas.











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 01/03, 15/03 e 22/03
PLANO DE AULA
Unidade 10 – TP3
Conteudo -> Trabalhando com gêneros textuais.
OBJETIVOS
- Identificar e classificar o gênero literário e não literário.
- Reconhecer o gênero poético.
- Diferenciar os gêneros.
- Reconhecer o gênero poético : Cordel
DESENVOLVIMENTO
Socialização das ativdades desenvolvidas em classe. Com o Avançando na prática.
Pedir as cursistas que escrevam textos utilizando o mesmo tema, porém com gêneros diferente e apresentar aos colegas.
Avaliação : Através da apresentação oral e escrita dos textos produzidos.











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 29/03/2011 a 05/04/2011

PLANO DE AULA

Unidade 11 – TP3
Conteúdo – Tipos textuais
OBJETIVOS
- Reconhecer e classificar a variedade de tipo de textos, diferenciando-os.
- Diferenciar cada tipo de texto e sua importância para o aprendizado.
- Redigir textos diferenciados de acordo com os tipos desenvolvidos...
DESENVOLVIMENTO
No primeiro momento, socializar as atividades desenvolvidas, pelas cursistas, em classe com seus alunos. Em seguida, discutir os tipos textuais, buscando a participação de todas cursistas. Por fim pedir que produzam em duplas os tipos de textos trabalhados e apresenta-los.
Avaliação: Através de apresentação dos textos produzidos...











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 12/04/2011 a 19/04/2011

PLANO DE AULA
Unidade 12 – TP3
Conteúdos – A inter-relação entre gênero e tipos textuais
OBJETIVOS
- Relacionar seqüências tipológicas à classificação de gêneros.
- Diferenciar em cada texto a linguagem usada pelo mesmo autor, verificando determinadas situações (descritivos, poéticas)
DESENVOLVIMENTO
Levar para sala alguns textos de um determinado autor, ou seja, tipos diferentes, para serem analisados pelos cursistas que depois serão mostrados em sala.
Voltar as atividades da unidade 11 e discutir juntamente com as atividades da unidade 12.
Avaliação : Relatório do Avançando na prática pag. 187.












Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 26/04/2011, 03/05 a 10/05/2011.

PLANO DE AULA
Unidade 13 TP4
Conteúdos – Leitura, escrita e cultura
OBJETIVOS
- Refletir sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano.
- Valorizar o conhecimento prévio, utilizando o meio em que vive.
- Letrar, valorizando a diversidade cultural, principalmente a cultura local, regional e nacional.
- Reconhecer situações sociocomunicativas.
DESENVOLVIMENTO
Leitura de textos variados, para analise e interpretação das diferentes informações que a escrita organiza. Com isso mostrar que o letramento apresenta modos de leitura para nossa sociedade, como documentos, os sinais, nas ruas, outdoors, jornais, livros etc.
Avaliação : Relatório de leitura e avançando na prática e lição de casa.










Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 17/05, 24/05 e 31/05/2011

PLANO DE AULA
Unidade 14 TP4
Conteúdos : O processo da leitura
OBJETIVOS
- Reconhecer texto e leitor como criadores de significados;
- Encontrar o significado de cada texto;
- Ampliar o conhecimento prévio do texto através da leitura;
- Socializar diferentes textos e significados da leitura.
DESENVOLVIMENTO
Através da leitura de vários textos, é importante que o tutor e cursistas discutam os conhecimentos prévios em relação aos diferentes significados encontrados nos textos e compreende-los.
Buscar nos AAAs assuntos que se assemelhem aos textos anteriores no TP4.
Mostrar o filme : Os narradores de Javé e pedir uma seqüência didática.











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 07/06/2011

PLANO DE AULA

Unidade 15 - TP4
Conteúdos : Mergulho no texto.
OBJETIVOS
- Escolher um texto atinja o objetivo de ler para aprender;
- Conhecer as várias funções de perguntas, na ajuda à leitura do aluno;
- Socializar os diversos textos que mais chamaram atenção...
DESENVOLVIMENTO
Levar para sala vários gêneros de textos a fim de promover um momento espontâneo de leitura. Depois fazer algumas perguntas sobre os textos lidos, buscando a participação do grupo quanto as facilidades e dificuldades na interpretação dos textos.











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 21/06 a 28/06/2011

PLANO DE AULA

Unidade 16 TP4
Conteúdos – Produção textual – Crenças, teorias e fazeres
OBJETIVO
- Identificar na escrita uma prática comunicativa;
- Reconhecer a escrita como processo comunicativo.
DESENVOLVIMENTO
Pedi as cursistas que tragam para sala, textos significativos para leitura. Em seguida para que façam uma enquete com os colegas para descobrirem as habilidades de leitura com seus alunos, ou seja, dos alunos.















RESUMO DE AULAS

Na aula de hoje, 15/02/2011 consegui obter bom resultado com relação ao trabalho feito com as cursistas. O grupo mostrou-se interessado pelo conteúdo e com a proposta de trabalho com os alunos. Eu particularmente, senti-me aliviada já que havia preocupação muito grande com esse primeiro encontro com a turma.
Introduzi o conteúdo de forma diversificada, deixando as cursistas bem a vontade para perguntas e sugestões.

22/02/2011
Na aula de hoje, iniciei recolhendo os relatórios das cursistas sobre o Avançando na Prática. Em seguida as cursistas socializaram comigo os trabalhos desenvolvidos com os alunos em classe. Foi feita uma leitura coletiva, levantando e solucionando as dúvidas de cada um em relação ao assunto. O grupo desenvolveu atividades.

01/03/2011
O encontro de hoje, foi muito bom, pois consegui introduzir a unidade 10 e fazer leitura compartilhada do assunto. O grupo é muito bom e também muito participativo. Notei que todas as cursistas estão satisfeitas em desenvolver o Avançando na Prática com seus alunos e relatando os pontos positivos e negativos.

15/03/2011
Iniciei a aula de hoje, ouvindo relatos das cursistas sobre alguns trabalhos desenvolvidos na sala de aula com seus alunos. Falaram também da importância da troca de experiência que estão tendo e com isso estão melhorando a sua prática pedagógica. Em dupla as cursistas redigiram textos de gêneros diferenciados referente ao mesmo tema. Depois dos textos concluídos foram apresentados para a turma. Por fim introduzi, textos literário e não-literario.
22/03/2011
Hoje socializamos os trabalhos realizados pelos cursistas em sala de aula. Cada cursista trouxe a sua proposta de trabalho e resultado obtido com seus alunos. Houve uma troca de experiência muito significativa, pois as propostas, ou seja, planejamento foi diferente.
29/03/2011
Aproveitei o encontro para ouvir os comentários sobre a avaliação diagnóstica das provas aplicadas. Foi um resultado satisfatório na opinião das cursistas, mas precisa trabalhar mais a produção de texto. As cursistas desenvolveram as questões propostas no TP e no caderno de apoio a aprendizagem, fizemos discussão do assunto e por fim a correção.

05/04/2011
Hoje o encontro foi muito interessante, pois as cursistas socializaram o Avançando na Prática, interagiram e trocaram experiências. As mesmas me surpreenderam o desenvolvimento positivo do trabalho realizado.

12/04/2011
Expliquei texto narrativo e descritivo e pedi que produzissem um pequeno texto narrando e descrevendo com palavras desconhecidas para ver o resultado engraçado. Por fim cada um leu seu texto.

19/04/2011
Aproveitei o encontro de hoje para colocarmos algumas atividades do TP3 em dia, notei algumas dificuldades, mas superaram todas, com a troca de experiência entre cursistas e tutora.

26/04/2011
Iniciei o encontro fazendo alguns comentários a respeito da importância da Língua Portuguesa, em seguida, prosseguimos nas atividades do TP3 as quais iniciamos na aula anterior.

03/05/2011
Introduzi textos dissertativos, diferenciando, textos argumentativos e expositivos. Pedi a elaboração de textos de forma coletiva. Houve um bom aproveitamento, pois todas as cursistas participaram.


10/05/2011
A aula de hoje foi bastante contagiante e proveitosa, pois falei sobre seqüência tipo lógica, exemplificando com diversos gêneros textuais. Acredito que as cursistas enriqueceram mais seus conhecimentos.

17/05/2011
Hoje tivemos uma avanço significativo em relação do Avançando na Prática, pois notei que as cursistas realmente estão levando o assunto à sério.

24/05/2011
Finalizamos o TP3 com a “Lição de Casa” e o texto do Jô Soares. Houve uma discussão ótima e muita troca de experiências.

31/05/2011
Hoje iniciei a unidade 13 TP4, discutindo tudo que será visto, foi feita a leitura da introdução alguns textos, e as cursistas fizeram as atividades propostas.

07/06/2011
Socializamos juntos, tutora e cursistas o Avançando na Prática da pagina 31 e discutimos e corrigimos as atividades anteriores.

14/06/2011
Introduzi letramento e sua importância, houve discussão sobre a prática do letramento, cada cursista expôs sua opinião.

21/06/2011
As cursistas socializaram o Avançando na Prática da pagina 21, corrigimos atividades.

28/06/2011
Introduzi a unidade 14 TP4, retratando o processo de leitura, as cursistas demoraram mais para assimilar, mas através de alguns exemplos, tudo foi superado. Pedi o memorial do leitor.
2º SEMESTRE
02/08/2011
Revisamos os assuntos trabalhados no TP3 e as unidades 13 e 14 do TP4. Falamos sobre os textos de referência. A aula foi ótima e significativa.

16/08/2011
Mostrei o filme narradores de Javé, fizemos comentários. Pedi seqüência didática.

23/08/2011
Introduzi a unidade 15 TP4, mergulho no texto, retratando sua importância. O assunto chamou muito atenção da turma. Houve dúvidas, mas superou-se com as atividades.

30/08/2011
As cursistas apresentaram relatórios de trabalho desenvolvidos e duvidas que surgiram.

06/09/2011
Retomei a unidade 15 TP4, e vimos o filme SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS.

13/09/2011
Discutimos o filme e pedi que as cursistas fizessem uma resenha.

20/09/2011
Introdução a Unidade 16 TP4 – Produção textual. Sua importância. Concluímos algumas atividades durante as oficinas e pedi a “lição de casa 1” – pag. 209 e a “lição de casa” – pag. 211. Deixei para trabalhar as oficinas no final do TP4.

De 27/09/2011 até 22/11/11 trabalhei com os AAAs do TP3 e TP4. Conforme segue relatório.

RELATORIO TP3 e TP4
Os TPs trabalhados foram muito importante, não só para mim, mas para as cursistas que chegaram cheia de duvidas em relação aos gêneros textuais e as tipologias existente. Foi gratificante poder dividir experiências com o grupo. Para as cursistas o Avançando na Prática, principalmente no TP3, foi um aprendizado muito grande. Os textos de referência trouxe um aproveitamento significativo para todas. No TP4 o que mais me chamou atenção foram os textos e os Avançando na Prática que condizia com o conteúdo trabalhado no livro didático de cada série. Além dos TPs os AAAs são de uma riqueza imensa. Foi ótimo até agora, espero que os próximos TPs também agradem a todas as cursistas.
Francisca de Paula Alves.


















Segue alguns trabalhos realizados por cursistas.









































































































































































































G E S T A R II

PROGRAMA GESTÃO DA
APRENDIZAGEM ESCOLAR


LÍNGUA PORTUGUESA



PROFª. TUTORA : FRANCISCA DE PAULA ALVES
Coordenadora:Eliene Brito Medeiros


CACHOEIRA DOURADA-GO
PAUTA 08/12/2011
- Encontro inicial
- Apresentação do Curso
- Informação
- Planejamento
PAUTA 15/02/2011
- Introdução a Unidade 9/TP3.
- Apresentação do material de apoio AAAs.
- Discussão sobre a escolha de tema para projeto.
- Avançando na prática com alunos. P.25.
PAUTA 22/02/2011
- Socialização do avançando na prática p.25.
- Seção 2- Gêneros textuais e competência sócio-comunicativa.
- Leitura e desenvolvimento de oficinas.
PAUTA 01/03/2011
- Unidade – 9 TP3
- Socialização do avançado na prática pag.31/32.
- Seção – 3_ Classificando os gêneros textuais.
- Oficinas – Criação de textos , retratando o mesmo assunto , porém com gêneros diferentes.
- Leitura dos textos produzidos.
- Sugestão de leituras.
PAUTA 22/03/2011
- Discussão das atividades das unidades 9 e 10 e dos textos de referência.
- Orientação do avançando na prática pág.41
- Oficina – Produção de texto.
- Apresentação de textos.
PAUTA 29/03/2011
- Unidade 10- Trabalhando com gêneros textuais.
- Seção 1- Gênero literário e não-literário.
- Leitura e socialização das atividades desenvolvidas.
- Orientação do avançando na prática pág.66/67.
- Pesquisa de textos que desenvolvem o mesmo assunto, diferenciando o gênero literário e não literário.
PAUTA 05/04/2011
- Socialização do avançando na prática pag.66/67.
- Seção 2- O gênero poético .
- Oficina – Leitura e interpretação de gêneros diferentes com assuntos semelhantes.
- Orientação para o avançando na prática pág 74/75.
PAUTA 12/04/2011
- Socialização do avançando na prática .
- Seçao 3- Uma subclassificação.
- Orientação para o avançando na prática pág.86
- Lição de casa pag-187.
PAUTA 19/04/2011
- Socialização do avançando na prática pag.109.
- Discussão das atividades desenvolvidas na unidade 11.
- Sequências tipológicas: os tipos injuntivo e preditivo.
- Levar várias – sugestões.
PAUTA 26/04/2011
- Socialização do avançando na prática pág.115.
- Criação de texto dissertativo.
- Apresentação dos textos produzido.
- Orientação do avançando na prática pág.124.
- Oficina desenvolvimento de exercícios no livro.
PAUTA 03/05/2011
- Socialização do avançando na prática pág.115
- Discussão sobre o Indo à sala de aula.
- Oficinas com textos dos tipos injuntivo e preditivo.
- Seqüencia tipológicas: o tipo dissertativo.
PAUTA 10/05/2011- TP3
- Socialização do avançando na prática pág.124.
- Discutir os textos de referência .
- Resolução de exercícios no livro.
- Orientação para o próximo avançando na prática...
PAUTA 17/05/2011
- Socialização do avançando na prática pág 150.
- Sequencia tipológica em gêneros textuais discussão e exercícios...
- Orientação para desenvolvimento de projeto.
PAUTA 24/05/2011
- Socialização do avançando na prática pag. 162
- A intertextualidade entre gêneros textuais.
- Exercícios propostos no livro
- Orientação para o próximo avançando na prática.
- Oficina 6 – Unidade 12 – Pag. 194

PAUTA 31/05/2011
- Socialização do avançando na pratica pag. 172
- Realização da oficina 6 com discussão e debate
- Finalização da unidade 12 TP3
PAUTA 07/06/2011
- Revisão geral TP3
- Oficina envolvendo alguns gêneros textuais.
PAUTA 14/06/2011
Discussão sobre letramento
- Socialização de trabalhos desenvolvidos com cursistas/alunos.
PAUTA 21/06/2011
- Socialização das atividades da unidade 13 do TP4
- Oficina de produção de texto.
Obs. “Fazer o memorial de leitura”
OFICINA
Escolha duas personagens indicadas a seguir e construa um diálogo, utilizando o dialeto das personagens coerente com suas características.
* Rapaz, 15 anos, surfista, carioca.
* Moça, 13 anos, estudante, mineira.
* Homem, 23 anos, professor, baiano.
* Mulher, 32 anos, jornalista, gaúcha.
* Senhora, 44 anos, médica, paulista.
* Senhor, 44 anos, fazendeiro, mato-grossense.
* Senhor, 50 anos, seringueiro, acreano.

PAUTA 28/06/2011
- Finalização do semestre.
- Apresentação de relatórios.
- Discusão dos TPs trabalhados.
PAUTA 02/08/2011
- Revisão do assunto dos TPs e ínicio de trabalhos com os AAAs 3 e 4.
PAUTA 09/08/2011
- Discussão das atividades desenvolvidas nos AAAs.
- Filme narradores de Javé.
PAUTA 16/08/2011
- Discussão do filme
- Produção de sequência didática
PAUTA 23/08/2011
- Trabalhos desenvolvidos com AAAs.
- Correção e sugestões para o próximo encontro.
PAUTA 30/08/2011
- Apresentação de relatórios dos trabalhos desenvolvidos e dúvidas surgidas.
PAUTAS 06,13,20 e 27/09/2011.
- Filme: SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
- Discussão sobre o filme.
- Composição de uma resenha crítica do filme.
- Comentários relacionados ao gênero textual (resenha).
















PORTIFÓLIO DA FORMADORA
FRANCISCA DE PAULA ALVES, nascida em 12 de janeiro de 1956, em Campo Redondo, estado do Rio Grande do Norte. Foi alfabetizada aos 5 anos de idade. Enfrentou dificuldades para concluir o ensino fundamental, pois seus pais sempre moravam em fazenda, e as vezes não havia escola. Depois de muitos anos conseguiu cursar o magistério, concluindo no ano de 1.993 e no ano seguinte iniciou na carreira como professora. Em 2.002 graduou-se em “Letras” pela ULBRA – Universidade Luterana do Brasil, na cidade de Itumbiara, estado de Goiás. No ano de 2.007 concluiu sua Pós-Graduação em Docência Universitária, pela mesma instituição de ensino, ULBRA.



















MEMORIAL DE LEITURA
Quando completei 5 (cinco) anos de idade meu pai trabalhava em uma fazenda, não podia mudar-se de lá para que eu pudesse estudar. Foi então que a dona da fazenda, que era professora, resolveu abrir uma escolinha só para alfabetizar as crianças dos seus inquilinos, ou seja, empregados. Ao saber da notícia fiquei muito feliz, pois era o meu sonho.
No primeiro dia de aula fiquei um pouco inibida, mas depois tomei gosto por tudo que a professora pedia e dizia. Lembro-me que era uma cartilha com as vogais, as consoantes e as sílabas – ba, be, ... . Em pouco tempo eu sabia todas e os números. No mesmo ano, como eu estava adiantada a professora meu deu algumas cartilhas para ler, ela ficou surpresa. Terminei o ano lendo tudo.
No ano seguinte fui estudar na cidade e lá conheci a “CARTILHA DO POVO”. Não tive nenhuma dificuldade. Aprendi a ler e escrever rápido. Com isso, passei a ser escriba do meu avô que adorava a literatura de Cordel. Gostava de ler e recitar poesias. Escrevia, muito bem e lia as cartas que minha família recebia. Não tinha muita opção de leitura, pois vivíamos uma vida simples sem muitas posses para comprar livros, mas onde eu chegava e visse um livro logo pedia para lê-lo. Por isso sempre fui escolhida para apresentações nas datas comemorativas, pois sempre fazia a coisa com muito carinho e amor, até hoje gosto de ler um bom livro e procuro sempre incentivar as pessoas lerem, principalmente, meus alunos.












29/11/2010 – 1º ENCONTRO GESTAR II
PROFESSORA : Ormezinda Ribeiro – Aya
A professora iniciou o encontro fazendo uma prévia do que será trabalhado durante o curso, principalmente a inversão dos TPs que inicialmente serão TPs 3 e 4 e não os TPs 1 e 2.
No segundo encontro, nos, os futuros tutores recebemos algumas sugestões de trabalho e fizemos alguns trabalhos avaliativos em grupos. Estudamos a unidade 9, a qual retrata os gêneros textuais. A professora deixou bem claro que cada tutor cria sua própria situação, mas é preciso sempre fazer uma observação prévia do material que será planejado. O suporte para xerocar é o AAA do aluno. O avançando na prática será para o professor cursista trabalhar com seus alunos.
Observação : Tipos de textos – poemas, narração, descrição, dissertação, epígrafe (início) final epílogo em túmulo epitáfio, mesmo texto, versículo, muda de acordo com a situação e o lugar.
A professora falou sobre os tipos de texto como: Narrativo – envolve uma seqüência temporal. Descritivo envolve uma seqüência de localização. Expositivo envolve uma seqüência analítica argumentativa. Injunção – receitas de bolos, pedidos etc. Instrucional prescritiva bula de remédios. Lista telefônica texto injuntivo (suporte).
Obs.: São vários os gêneros textuais - jornais, revistas, horóscopo, prefácio, manual de instrução...
O cursista deverá selecionar o trabalhos para montagem de portifólio.









Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 15/02/2011 e 22/02/2011

PLANO DE AULA
Unidade 9 – TP3
Conteúdos: Gêneros Textuais do intuitivo ao sistematizado
OBJETIVOS
- Mostrar a importância dos gêneros textuais para prática pedagógica.
- Utilizar vários tipos de gêneros textuais para demonstração, focalizando a tipologia textual.
DESENVOLVIMENTO
Introduzir o conteúdo através de exemplos da infinidade de gêneros textuais como jornais, revistas, foolders, histórias em quadrinhos e outros. Especificando a tipologia de cada um. Em seguida pedir para as cursistas desenvolverem as atividades propostas auxiliando-as.
Ler uma mensagem para o grupo: BAMBU CHINÊS.
Avaliação : Atravês da participação e tarefas desenvolvidas.











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 01/03, 15/03 e 22/03
PLANO DE AULA
Unidade 10 – TP3
Conteudo -> Trabalhando com gêneros textuais.
OBJETIVOS
- Identificar e classificar o gênero literário e não literário.
- Reconhecer o gênero poético.
- Diferenciar os gêneros.
- Reconhecer o gênero poético : Cordel
DESENVOLVIMENTO
Socialização das ativdades desenvolvidas em classe. Com o Avançando na prática.
Pedir as cursistas que escrevam textos utilizando o mesmo tema, porém com gêneros diferente e apresentar aos colegas.
Avaliação : Através da apresentação oral e escrita dos textos produzidos.











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 29/03/2011 a 05/04/2011

PLANO DE AULA

Unidade 11 – TP3
Conteúdo – Tipos textuais
OBJETIVOS
- Reconhecer e classificar a variedade de tipo de textos, diferenciando-os.
- Diferenciar cada tipo de texto e sua importância para o aprendizado.
- Redigir textos diferenciados de acordo com os tipos desenvolvidos...
DESENVOLVIMENTO
No primeiro momento, socializar as atividades desenvolvidas, pelas cursistas, em classe com seus alunos. Em seguida, discutir os tipos textuais, buscando a participação de todas cursistas. Por fim pedir que produzam em duplas os tipos de textos trabalhados e apresenta-los.
Avaliação: Através de apresentação dos textos produzidos...











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Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 12/04/2011 a 19/04/2011

PLANO DE AULA
Unidade 12 – TP3
Conteúdos – A inter-relação entre gênero e tipos textuais
OBJETIVOS
- Relacionar seqüências tipológicas à classificação de gêneros.
- Diferenciar em cada texto a linguagem usada pelo mesmo autor, verificando determinadas situações (descritivos, poéticas)
DESENVOLVIMENTO
Levar para sala alguns textos de um determinado autor, ou seja, tipos diferentes, para serem analisados pelos cursistas que depois serão mostrados em sala.
Voltar as atividades da unidade 11 e discutir juntamente com as atividades da unidade 12.
Avaliação : Relatório do Avançando na prática pag. 187.












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Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 26/04/2011, 03/05 a 10/05/2011.

PLANO DE AULA
Unidade 13 TP4
Conteúdos – Leitura, escrita e cultura
OBJETIVOS
- Refletir sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano.
- Valorizar o conhecimento prévio, utilizando o meio em que vive.
- Letrar, valorizando a diversidade cultural, principalmente a cultura local, regional e nacional.
- Reconhecer situações sociocomunicativas.
DESENVOLVIMENTO
Leitura de textos variados, para analise e interpretação das diferentes informações que a escrita organiza. Com isso mostrar que o letramento apresenta modos de leitura para nossa sociedade, como documentos, os sinais, nas ruas, outdoors, jornais, livros etc.
Avaliação : Relatório de leitura e avançando na prática e lição de casa.










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Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 17/05, 24/05 e 31/05/2011

PLANO DE AULA
Unidade 14 TP4
Conteúdos : O processo da leitura
OBJETIVOS
- Reconhecer texto e leitor como criadores de significados;
- Encontrar o significado de cada texto;
- Ampliar o conhecimento prévio do texto através da leitura;
- Socializar diferentes textos e significados da leitura.
DESENVOLVIMENTO
Através da leitura de vários textos, é importante que o tutor e cursistas discutam os conhecimentos prévios em relação aos diferentes significados encontrados nos textos e compreende-los.
Buscar nos AAAs assuntos que se assemelhem aos textos anteriores no TP4.
Mostrar o filme : Os narradores de Javé e pedir uma seqüência didática.











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Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 07/06/2011

PLANO DE AULA

Unidade 15 - TP4
Conteúdos : Mergulho no texto.
OBJETIVOS
- Escolher um texto atinja o objetivo de ler para aprender;
- Conhecer as várias funções de perguntas, na ajuda à leitura do aluno;
- Socializar os diversos textos que mais chamaram atenção...
DESENVOLVIMENTO
Levar para sala vários gêneros de textos a fim de promover um momento espontâneo de leitura. Depois fazer algumas perguntas sobre os textos lidos, buscando a participação do grupo quanto as facilidades e dificuldades na interpretação dos textos.











Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto – Cachoeira Dourada-GO
Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar
Tutora : Francisca de Paula Alves – Língua Portuguesa
Encontros : 21/06 a 28/06/2011

PLANO DE AULA

Unidade 16 TP4
Conteúdos – Produção textual – Crenças, teorias e fazeres
OBJETIVO
- Identificar na escrita uma prática comunicativa;
- Reconhecer a escrita como processo comunicativo.
DESENVOLVIMENTO
Pedi as cursistas que tragam para sala, textos significativos para leitura. Em seguida para que façam uma enquete com os colegas para descobrirem as habilidades de leitura com seus alunos, ou seja, dos alunos.















RESUMO DE AULAS

Na aula de hoje, 15/02/2011 consegui obter bom resultado com relação ao trabalho feito com as cursistas. O grupo mostrou-se interessado pelo conteúdo e com a proposta de trabalho com os alunos. Eu particularmente, senti-me aliviada já que havia preocupação muito grande com esse primeiro encontro com a turma.
Introduzi o conteúdo de forma diversificada, deixando as cursistas bem a vontade para perguntas e sugestões.

22/02/2011
Na aula de hoje, iniciei recolhendo os relatórios das cursistas sobre o Avançando na Prática. Em seguida as cursistas socializaram comigo os trabalhos desenvolvidos com os alunos em classe. Foi feita uma leitura coletiva, levantando e solucionando as dúvidas de cada um em relação ao assunto. O grupo desenvolveu atividades.

01/03/2011
O encontro de hoje, foi muito bom, pois consegui introduzir a unidade 10 e fazer leitura compartilhada do assunto. O grupo é muito bom e também muito participativo. Notei que todas as cursistas estão satisfeitas em desenvolver o Avançando na Prática com seus alunos e relatando os pontos positivos e negativos.

15/03/2011
Iniciei a aula de hoje, ouvindo relatos das cursistas sobre alguns trabalhos desenvolvidos na sala de aula com seus alunos. Falaram também da importância da troca de experiência que estão tendo e com isso estão melhorando a sua prática pedagógica. Em dupla as cursistas redigiram textos de gêneros diferenciados referente ao mesmo tema. Depois dos textos concluídos foram apresentados para a turma. Por fim introduzi, textos literário e não-literario.
22/03/2011
Hoje socializamos os trabalhos realizados pelos cursistas em sala de aula. Cada cursista trouxe a sua proposta de trabalho e resultado obtido com seus alunos. Houve uma troca de experiência muito significativa, pois as propostas, ou seja, planejamento foi diferente.
29/03/2011
Aproveitei o encontro para ouvir os comentários sobre a avaliação diagnóstica das provas aplicadas. Foi um resultado satisfatório na opinião das cursistas, mas precisa trabalhar mais a produção de texto. As cursistas desenvolveram as questões propostas no TP e no caderno de apoio a aprendizagem, fizemos discussão do assunto e por fim a correção.

05/04/2011
Hoje o encontro foi muito interessante, pois as cursistas socializaram o Avançando na Prática, interagiram e trocaram experiências. As mesmas me surpreenderam o desenvolvimento positivo do trabalho realizado.

12/04/2011
Expliquei texto narrativo e descritivo e pedi que produzissem um pequeno texto narrando e descrevendo com palavras desconhecidas para ver o resultado engraçado. Por fim cada um leu seu texto.

19/04/2011
Aproveitei o encontro de hoje para colocarmos algumas atividades do TP3 em dia, notei algumas dificuldades, mas superaram todas, com a troca de experiência entre cursistas e tutora.

26/04/2011
Iniciei o encontro fazendo alguns comentários a respeito da importância da Língua Portuguesa, em seguida, prosseguimos nas atividades do TP3 as quais iniciamos na aula anterior.

03/05/2011
Introduzi textos dissertativos, diferenciando, textos argumentativos e expositivos. Pedi a elaboração de textos de forma coletiva. Houve um bom aproveitamento, pois todas as cursistas participaram.


10/05/2011
A aula de hoje foi bastante contagiante e proveitosa, pois falei sobre seqüência tipo lógica, exemplificando com diversos gêneros textuais. Acredito que as cursistas enriqueceram mais seus conhecimentos.

17/05/2011
Hoje tivemos uma avanço significativo em relação do Avançando na Prática, pois notei que as cursistas realmente estão levando o assunto à sério.

24/05/2011
Finalizamos o TP3 com a “Lição de Casa” e o texto do Jô Soares. Houve uma discussão ótima e muita troca de experiências.

31/05/2011
Hoje iniciei a unidade 13 TP4, discutindo tudo que será visto, foi feita a leitura da introdução alguns textos, e as cursistas fizeram as atividades propostas.

07/06/2011
Socializamos juntos, tutora e cursistas o Avançando na Prática da pagina 31 e discutimos e corrigimos as atividades anteriores.

14/06/2011
Introduzi letramento e sua importância, houve discussão sobre a prática do letramento, cada cursista expôs sua opinião.

21/06/2011
As cursistas socializaram o Avançando na Prática da pagina 21, corrigimos atividades.

28/06/2011
Introduzi a unidade 14 TP4, retratando o processo de leitura, as cursistas demoraram mais para assimilar, mas através de alguns exemplos, tudo foi superado. Pedi o memorial do leitor.
2º SEMESTRE
02/08/2011
Revisamos os assuntos trabalhados no TP3 e as unidades 13 e 14 do TP4. Falamos sobre os textos de referência. A aula foi ótima e significativa.

16/08/2011
Mostrei o filme narradores de Javé, fizemos comentários. Pedi seqüência didática.

23/08/2011
Introduzi a unidade 15 TP4, mergulho no texto, retratando sua importância. O assunto chamou muito atenção da turma. Houve dúvidas, mas superou-se com as atividades.

30/08/2011
As cursistas apresentaram relatórios de trabalho desenvolvidos e duvidas que surgiram.

06/09/2011
Retomei a unidade 15 TP4, e vimos o filme SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS.

13/09/2011
Discutimos o filme e pedi que as cursistas fizessem uma resenha.

20/09/2011
Introdução a Unidade 16 TP4 – Produção textual. Sua importância. Concluímos algumas atividades durante as oficinas e pedi a “lição de casa 1” – pag. 209 e a “lição de casa” – pag. 211. Deixei para trabalhar as oficinas no final do TP4.

De 27/09/2011 até 22/11/11 trabalhei com os AAAs do TP3 e TP4. Conforme segue relatório.

RELATORIO TP3 e TP4
Os TPs trabalhados foram muito importante, não só para mim, mas para as cursistas que chegaram cheia de duvidas em relação aos gêneros textuais e as tipologias existente. Foi gratificante poder dividir experiências com o grupo. Para as cursistas o Avançando na Prática, principalmente no TP3, foi um aprendizado muito grande. Os textos de referência trouxe um aproveitamento significativo para todas. No TP4 o que mais me chamou atenção foram os textos e os Avançando na Prática que condizia com o conteúdo trabalhado no livro didático de cada série. Além dos TPs os AAAs são de uma riqueza imensa. Foi ótimo até agora, espero que os próximos TPs também agradem a todas as cursistas.
Francisca de Paula Alves.


















Segue alguns trabalhos realizados por cursistas.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

"Ser Goiano"

Ser goiano ...
 
Ser goiano é carregar uma tristeza telúrica num coração aberto de sorrisos.
 É ser dócil e falante, impetuoso e tímido.
É dar uma galinha para não entrar na briga e um nelore para sair dela.
É amar o passado, a história, as tradições, sem desprezar o moderno.
É ter latifúndio e viver simplório, comer pequi, guariroba, galinhada e feijoada,
 e não estar nem aí para os pratos de fora.

Ser goiano é saber perder um pedaço de terras
para Minas Gerais, mas não perder o direito de dizer também uai,
este negócio, este trem, quando as palavras se atropelam
no caminho da imaginação.

O goiano da gema vive na cidade com um carro-de-boi cantando
 na memória. Acredita na panela
cheia, mesmo quando a refeição se resume
em abobrinha e quiabo. Lê poemas de Cora Coralina
e sente-se na eterna juventude..

Ser goiano é saber cantar música caipira e
conversar com Beethoven, Chopin, Tchaikovsky e
Carlos Gomes. É acreditar no sertão como um
ser tão próximo, tão dentro da alma. É carregar
um eterno monjolo no coração e ouvir um berrante
tocando longe, bem perto do sentimento.

Ser goiano é possuir um roçado e sentir-se
um plantador de soja, tal o amor à terra
que lhe acaricia os pés. É dar tapinha nas
costas do amigo, mesmo quando esse
amigo já lhe passou uma rasteira.

O goiano de pé-rachado não despreza uma
pamonhada e teima em dizer ei, trem bão, ao
ver a felicidade passar na janela, e exclama viche,
quando se assusta com a presença dela.

Ser goiano é botar nos pés uma botina ringideira e
 dirigir tratores pelas ruas da cidade. É beber
caipirinha no tira-gosto da tarde, com a cerveja na
 eterna saideira. É fabricar rapadura, Ter um
'passopreto' nos olhos e um santo por devoção.

O goiano histórico sabe que o Araguaia não passa
 de um 'corgo', tal a familiaridade com os rios.
Vive em palacetes e se exila nos botecos da esquina.
Chupa jabuticaba, come bolo de arroz e toma licor
de jenipapo. É machista, mas deixa que a mulher
tome conta da casa.

O bom goiano aceita a divisão do Estado, por entender
que a alma goiana permanece eterna na saga do Tocantins.
Ser goiano é saber fundar cidades.
É pisar no Universo sem tirar os pés deste chão parado.
É cultivar a goianidade como herança maior.
É ser justo, honesto, religioso e amante da liberdade.

Brasília em terras goianas é gesto de doação, é patriotismo.
Simboliza poder. Mas o goiano não sai por aí contando vantagem.
Ser goiano é olhar para a lua e sonhar, pensar que é queijo
e continuar sonhando, pois entre o queijo e o beijo,
a solução goiana é uma rima...


(José Mendonça Teles. Crônicas de Goiás)


sábado, 11 de dezembro de 2010

FÁBULA DA FORMIGA E A CIGARRA... SOB OUTRA ÓTICA

FÁBULA DA FORMIGA E A CIGARRA... SOB OUTRA ÓTICA

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando  comida para o período de inverno.

Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o  bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha  gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
 Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e
nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer.

Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu pra valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar.
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.
Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha:

- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.
- Será que você poderia cuidar da minha toca?
- E a formiguinha respondeu:
- Claro, sem problemas!

- Mas o que lhe aconteceu?
- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:
Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.
Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...
À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
Desejo sim, respondeu a formiguinha.
Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda
ele ir para a  'P Q P!!!' 


 Moral da História:

Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, 
pois trabalho em demasia só traz benefício em
 fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.
Trabalhe, mas curta a sua vida. 
Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja,  não desanime, procure sua metade do limão,adicione açúcar,  gelo, e... Seja feliz  !